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365 Hipóteses de ser feliz


Um calendário em branco é o nosso melhor amigo. Todos os anos deixamos para trás aquilo que nos magoou e procuramos encontrar novas oportunidades para sermos felizes.

Aguardamos que o ano acabe para finalmente enterrarmos o que não interessa, de modo a começarmos com uma tela em branco. Só que essa tela não é gigante! É uma tela dividida em 365 casinhas e cabe-nos usufruir cada uma delas como uma oportunidade única de encontrarmos o que procuramos.

Pensemos em ser felizes logo de manhã. Se forem zombies, como eu, é difícil mas podemos enganar o cérebro. Uma moldura com uma foto inspiradora, uma caneca de café maravilhoso que diz “Sê Feliz!”, um beijinho dos filhotes, algo que acorde as nossas hormonas da felicidade. São pequenos passos!

Depois há objetivos! É bom termos objetivos. Fazem com que nos movamos e obriga-nos a sair da nossa zona de conforto. Não costumo ter objetivos grandes como ganhar o euromilhões. Subdivido-os em partes para poder ir concretizando alguns e isso faz-me feliz. Vou riscando o que consegui atingir e, no fim do ano, medito sobre o que falhou e como posso melhorar. Por vezes, as falhas são resultado de algo exterior mas outros são por culpa minha. Essas posso tentar mudar no ano seguinte.

Alguns dos meus objetivos centram-se em mudar hábitos e, com a minha idade, por vezes, boicoto estas mudanças. A gula, ai a gula, é letal para mim… por exemplo. Sei que demoramos 21 dias a mudar um hábito e é difícil, mas tenho 365 dias para conseguir mudar. Se isso não acontecer entre 1 e 21 de janeiro, não há problema. Tenho tantas hipóteses para mudar!

Normalmente, o que mais desejo é aproveitar melhor o tempo com os meus filhos, com a minha família. Chego ao fim do ano, acho que poderia fazer melhor. Este ano consegui dar pequenos passos. Espero, em 2018, melhorar e quem espera, sempre alcança!


Tenho 365 dias para ser feliz, começando todas as manhãs, mesmo as que trazem um ataque de sinusite como companhia! Sejam felizes!