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Mala de viagem | Dicas para as férias em família

Já vos aconteceu voltarem de férias com metade da roupa na mala de viagem sem ter sido usada? A mim já!
Ou já se esqueceram do que fazia mesmo falta? Pois, a mim também!

Alguns anos (e muitas asneiras) depois, eu aprendi a ser cada vez mais prática e mais segura em relação àquilo que levo numa mala de viagem. E também a saber relativizar.

Partilho agora algumas dicas que podem ajudar a poupar tempo ou a guardar espaço para o que é realmente essencial levar numa mala de viagem.

Tenho apenas de avisar que me considero uma pessoa bastante prática e em viagem levo isso ao extremo. Por exemplo, raramente uso maquilhagem, acessórios extravagantes, sapatos de salto alto, roupas claras e tecidos delicados.

Durante as férias em família, prefiro ter dias mais relaxados, mas isso é uma opção muito pessoal.

Dependendo também da época do ano, da duração, do tipo de férias e do destino há as naturais adaptações a fazer ao guarda-roupa escolhido.

Mas eu uso sempre a máxima “menos é mais”. Descobri que consigo viver com muito menos do que imaginaria e o quanto isso simplifica a minha vida.

Deixo até um desafio: na próxima viagem experimentem tirar metade da roupa que tinham pensado levar (em regra, não faz falta nenhuma).
Mas por agora vamos então às dicas:

MALAS COM RODINHAS
Facilita a locomoção. Nas viagens curtas, levar apenas uma mala pequena que cabe na cabine do avião, a chamada bagagem de mão. Poupa-se perder algum tempo na recolha de bagagem à chegada ou no pior dos cenários, evita-se até perder a mala.

MOCHILA PEQUENA
Para salvaguardar uma situação de atrasos e perdas (e nos casos em que não é de todo possível viajar apenas com bagagem de cabine), levo sempre uma pequena mochila com alguns produtos de higiene e uma muda de roupa. Pelo menos assim, asseguro sempre os meus objectos pessoais para a primeira noite.

BANHEIRAS, CARRINHOS, CADEIRINHAS
Estes objectos maiores e mais pesados são muitas vezes facultados pelos hotéis, restaurantes ou empresas de rent-a-car. Vale a pena perguntar a disponibilidade ou avaliar a possibilidade de alugar (ou até comprar) no destino em vez de levar desde casa.

ROUPAS PRÁTICAS
As roupas delicadas, que pedem muito ferro de engomar e têm demasiados botões, laços ou folhos devem ficar em casa pois além de travarem os movimentos, distraem e ocupam-nos algum tempo com a sua manutenção. Tento também sempre levar peças de fácil coordenação entre si, cores neutras e padrões simples.

ESTREIAS
Não é boa ideia usar sapatos novos ou roupa que não se experimentou, os primeiros não estão “feitos” aos nossos pés e podem provocar bolhas ou algum desconforto e a peça de roupa pode estar apertada, comprida… O que nos retira alguma energia para aproveitar as férias em família.

PERDAS
Outra lição que já aprendi foi a de não levar aquilo que não estou disposta a perder. Ou seja, a minha camisola ou o jogo preferido dos miúdos devem ficar em casa se isso é causa de ansiedade ou foco de demasiada atenção. Claro que este último exemplo, requer alguma negociação ou então, responsabilização extra!