Tenho dificuldade em defini-lo numa palavra só, e sendo entendida no assunto prefiro simplifica-lo numa de dimensão, o Colo do Amor. 

Cresci rápido, não somos todos iguais, e, talvez por isso o usufrua mais agora do que quando era miúda. 

Não que a minha mãe não tivesse um colo para dois, mais viessem, mas porque simplesmente queria crescer. 

Longe das lamechices, na minha independência imatura, mas tão minha. 

De tal forma que hoje preciso dele, aproveito-o como não tinha feito antes, e valorizo-o mais do que nunca. 

A idade também nos traz isto, a percepção da vida na perspectiva certa. 

Depois de ser mãe este Colo personalizou-se, e é tão dele. 

Começou no dia em que nasceu, e espero que até para sempre. O Colo que chorou quando as cólicas o fizeram chorar, o Colo que o adormeceu, mesmo quando toda gente proferia “vai ficar mal habituado”, o Colo que amparou a primeira queda, o colo do mimo, forte combatente de birras, o Colo de felicidade da primeira palavra, o Colo da Mãe. 

Cresceu, aprendeu. Sim, o colo passa por uma evolução e aprendizagem que não imaginam. 

Hoje é o Colo das histórias, continua a ser o das quedas, é o da preguiça quando corre mais do que as pernas deixam no parque, e continua a ser o do mimo, mas só quando ele quer. 

Assemelha-se a uma espécie de Colo mágico, aquele que cura até o que acreditamos não ter solução. 

Não sei como será daqui para a frente, mas acima de tudo que seja o Colo das partilhas, dos sonhos, dos medos, da coragem, que seja sempre o Colo dele, afinal é o Colo da Mãe.



Sempre que penso em férias tremo. Não que não goste de ir de férias, muito pelo contrário, mas com dois filhos pequenos a preparação e as próprias férias podem tornar-se mais cansativas do que ir simplesmente para o trabalho.    

Entre malas para preparar, programas de atividades para entreter os miúdos e listas de compras para confecionar pelo menos uma sopa e qualquer coisa para os lanches e ceia, sobra pouco tempo para equacionarmos sequer a hipótese de darmos um mergulho, dormir uma sesta ou deitar na espreguiçadeira a ler um livro ou a apanhar sol (isto enquanto espreitamos de 5 em 5 segundos para ver o que os miúdos andam a tramar, claro!).   

Resumindo, passamos os dias das férias numa rotina frenética entre o toma o pequeno-almoço - veste a família inteira - vai para a praia - tira a areia - toma um duche - faz e dá a sopa - deita os miúdos para a sesta - organiza as coisas para a tarde na piscina - vigia e brinca com as crianças - mais um duche - mais um jantar - mais 3 birras - e meia-hora para namorar antes dos pais desmaiarem de cansaço. E sem esquecer que há que ir dormir cedo porque a maioria das crianças gosta de madrugar, mesmo nas férias. Ainda não estão bem familiarizadas com o conceito de férias, ou não passassem elas a maioria do ano absorvidas pelas rotinas dos colégios e escolas, e até pelas rotinas que os pais lhes incutem. Mas não podemos deixar de os tentar treinar a apreciar o descanso e o lazer, e até um bocadinho do dormir até mais tarde, pelo menos naqueles dias em que decidimos usar o subsídio de férias, certo?   

Mas como eles não são os únicos a terem de mudar um bocadinho as rotinas, nós também o devemos fazer e a minha sugestão de fuga em família de hoje é precisamente um conceito que estamos mais familiarizados nas viagens para fora do país. Falo do "tudo incluído", como aliás está lá em cima no título deste texto. O "tudo incluído" acaba por estar mais associado a destinos como México, Brasil ou Cabo Verde, mas a verdade é que já começa a fazer sucesso em Portugal e há cada vez mais famílias a gostarem da tendência. Sim, eu também estou “totalmente incluída” neste leque de pessoas.   

Foi em junho que rumámos ao Sul do País com o Hotel Salgados Palm Village por destino. Além de estar localizado no coração do Algarve e perto de algumas das praias mais paradisíacas do nosso país, este resort é pensado para as famílias e o "tudo incluído" é mesmo a modalidade obrigatória. Se estiverem céticos e acharem que vão gastar mais neste conceito do que no conceito do "faz tudo em casa", dou-vos 24H para mudarem de ideias. Mas não é só pela parte da gestão orçamental, é sobretudo pela "paz de espírito" de não ter de cozinhar, lavar loiça, pôr e levantar a mesa, ir às compras, perder tempo nas filas de trânsito ou do supermercado, gastar energia a escolher a praia ou a piscina, e ainda planear programas e atividades que ocupem e animem estes dias.    

10 piscinas, ginásio ao ar livre e animação para todas as idades   

Sim, leram bem, são mesmo 10 piscinas, sendo 4 delas exclusivas para os mais novos -, e nem precisam de ir carregados com toalhas porque estão incluídas e nem sequer com muitos brinquedos, porque a maioria dos visitantes acaba por ir deixando boias, barcos, pás, baldes… que são usados num conceito comunitário. Além das piscinas, há um comboio gratuito que vos leva até à Praia da Galé entre as 9H30 e as 18H30; ginásio ao ar livre, campo de voleibol, mini golfe, três campos de ténis e um de futebol e muita animação desde os primeiros raios de sol até pela noite dentro. Espetáculos de magia e de animais exóticos, escorregas insufláveis, sessões de cinema, dança, Kids Club, mini disco, karaoke e música ao vivo são apenas algumas das opções para entreter miúdos e graúdos e tudo isto sem ter de sair a meio para ir preparar o almoço ou o jantar. Há três espaços de restauração que tratam de todas as refeições, incluindo os lanches da manhã e da tarde e até a ceia. E há alternativas para todos os gostos, desde a típica comida portuguesa até aos pratos grelhados, italianos e vegetarianos. Resumindo: há mais tempo para de facto brincarem com os vossos filhos. Acreditem que por vezes vão ter a sensação de que afinal não é assim tão difícil tomar conta dos miúdos!     

Tudo o que precisa de saber   

Wi-fi em todo o resort, gabinete de enfermagem para os pequenos acidentes, um espaço comercial, vendas de artesanato à beira da piscina ao anoitecer, toalhas próprias, mimos à chegada, garrafas de água sempre disponíveis no frigorífico, animação e refeições prontas e disponíveis durante todo o dia são apenas algumas das ofertas que nos fazem ter vontade de ficar mais tempo, de prolongar as férias, de desfrutar de cada segundo com mais intensidade. Aqui o tudo incluído deixa-nos com a sensação de que viajámos para fora do País, nem que seja por ouvirmos regularmente o inglês ou o espanhol, pelo tempo sempre ou quase sempre ameno – de dia e de noite -, pelo não termos de nos preocupar em inventar programas para os miúdos, e pelo estarmos literalmente num ambiente exótico, com tons quentes, palmeiras no horizonte e um pé quase sempre na piscina. 

Na época alta os preços começam nos 300€ por noite, por alojamento com dois quartos, o que equivale, a uma média a 150€ por adulto/noite. Inicialmente achei que o valor podia ser elevado, mas isso foi só até ter começado a fazer contas aos almoços e jantares que não teria de pagar no restaurante, ao combustível que não precisava para ir à praia ou às compras e até ao tempo que deixaria de estar enfiada na cozinha ou na fila do supermercado. 

O “tudo incluído” pode realmente ser uma tendência para ficar e no caso de quem viaja com miúdos é das poucas soluções para o verdadeiro descanso dos guerreiros – pais e filhos, pois está claro!




Escrevo este texto a pensar nas Mães que estão a preparar o enxoval do bebé que vem a caminho ou que já chegou.

Enquanto preparamos o enxoval do bebé que aí vem muitas são as vezes em que nos deparamos com artigos e ficamos sem saber se de facto é essencial ou não.

Eu não dispenso alguns artigos. O primeiro é o intercomunicador, escolhi um com câmara, para assim poder andar pela casa e estar sempre a ver o meu bebé. Poder estar a tomar banho ou a cozinhar sem a preocupação de não saber se o bebé está bem ou se já terá acordado da sesta, para mim é impagável.

O segundo é o caixote do lixo para fraldas, prático e acima de tudo higiénico, pois as fraldas ficam isoladas não deixando sair cheiro ou bactérias. Encho cerca de duas vezes por semana.

A espreguiçadeira é para mim uma óptima companheira de viagem pela casa, sempre que o meu bebé estava acordado e eu precisava ter as mãos livres, colocava-o na espreguiçadeira e ele acompanhava-me, estar a ver-me era suficiente para que ele se mantivesse tranquilo e as minhas costas agradecem.

Nos momentos, em que o meu bebé não está tranquilo para ficar na espreguiçadeira, aparece outro essencial que ainda hoje, com 12 meses, é um dos favoritos do baby G, a mochila. Rendi-me à mochila com o segundo filho, poder andar pela casa ou na rua com ele coladinho a mim tem muito de prático e ele adora estar encostadinho a mim e poder ver tudo o que o rodeia. Aqui é preciso ter em atenção às características da mochila, deve ser ergonómica, aconselho o contacto com uma consultora de babywearing para uma escolha acertada.

Por último, não posso deixar de referir o mobile ou bonecos com sons brancos óptimos para ajudar o bebé a descontrair. O mobile colocado em cima da cama, utilizei desde os primeiros meses, colocava a alcofa dentro da cama de grades para que ele se fosse habituando àquele espaço, o que facilitou a passagem da alcofa para a cama. O boneco com sons da natureza usava enquanto ele estava na alcofa ou, mais tarde, na cama de grades antes de dormir, fazendo parte das rotinas de dormir, durante o dia. Ele ficava bastante tranquilo, chegando a adormecer sozinho. Enquanto dormia deixava-o com sons brancos.

Os artigos não estão por ordem de preferência, pois não a conseguiria decidir.

Artigo adaptado de https://myblueworldblog.blogspot.pt/


Há dias ouvi na televisão um anúncio, cujo produto anunciado nem sequer fixei, onde foi usada uma frase que me ficou a ecoar na mente. "Sabia que as crianças ouvem a palavra não em média cerca de 100 vezes por dia?". Fiquei a pensar nisso. 

Já por várias vezes o Daniel passou por fases de birras completamente imprevisíveis e muitas das vezes inexplicáveis. Tentamos sempre perceber o que é o "gatilho" destas birras, o que é que o faz mudar de comportamento de um segundo para o outro, e a verdade é que provavelmente na maioria das vezes é o facto de ouvir a palavra "não" que o frustra de algum modo e o faz reagir desta forma. 

Basta uma coisa tão simples como pedir para jantar no sofá e eu responder-lhe que não porque vamos comer todos à mesa juntos. Pode estar super bem disposto que nesse exacto momento muda completamente de comportamento e passa a uma birra inimaginável. [E atenção que há dias em que deixo jantar no sofá, mas claro que não o faço todos os dias. Temos por regra jantar juntos, sem televisão nem distracções, em família, e o sofá elimina a partilha que se gera nestes momentos.] 

A verdade é que enquanto pais temos o dever de os educar e de os ensinar a viver e muitas vezes acaba por passar um pouco por contrariar o que querem fazer. Mas não será que no meio do dia-a-dia envolvente que temos, do cansaço, do stress e de todos os "problemas" que temos que gerir acabamos por ceder ao "não" mais vezes do que deveríamos? 

Mesmo enquanto adultos, se pararmos para nos colocar no lugar dos nossos filhos, não gostamos que nos digam que "não" muitas vezes. Ficamos desiludidos, frustrados, desapontados... mas como somos adultos conseguimos gerir esses sentimentos e não os deixamos afectar o nosso comportamento. Nas crianças isso não acontece. Eles não têm ferramentas de autorregulação desenvolvidas e a única forma que têm de expressar a sua desilusão é fazendo birra. 

Mas agora vamos lá pensar em conjunto... como é que contornamos esta situação e encontramos estratégias para usar a palavra "não" menos vezes? Há situações em que não há volta a dar! A palavra faz parte do nosso dicionário e temos mesmo que fazer uso dela, mas podemos tentar evitar os "nãos" mais impulsivos trabalhando a nossa própria autorregulação. Vamos a um exemplo: 

Chego a casa ao fim do dia, cansada e com pouco tempo para fazer tudo o que há para fazer antes de deitar os miúdos a horas decentes para que acordem bem dispostos na manhã seguinte. Quando estou com tudo mais ou menos orientado, e o jantar quase pronto, eles entram na cozinha e pedem para ir brincar com Legos. A minha resposta imediata: 

" - Nem pensem em desarrumar isso tudo agora! Vamos jantar que tenho tudo praticamente pronto! Vão arrumar isso e venham!" 

A reacção a esta resposta vai ser de frustração. Vai haver argumentação, contra argumentação, talvez gritos e até eventualmente uma caixa de legos pelo ar até ao chão do outro lado da divisão. Acaba numa gritaria, eventualmente numa palmada no rabo e num castigo. Há necessidade disso? Não! Em vez disso, podemos responder pausadamente e com um tom de voz tranquilo: " 

- Podem sim. Mas só um bocadinho até o jantar ficar pronto. E depois têm que arrumar tudo novamente no lugar, ok?" 

A resposta é diferente para eles e evitamos conflitos desnecessários! Se depois eles cumprem com o prometido e vêem jantar quando os chamamos ou arrumam os legos já é outro problema, mas pelo menos não geramos um conflito no imediato, numa hora em que eles próprios estão cansados e mais facilmente reagem mal. 

Muitas vezes nestes processos de negociação o nosso tom de voz é preponderante, e aí sim precisamos muitas vezes de trabalhar a nossa autorregulação. Estamos cansados? Sim estamos, mas não é gritar com eles que nos faz descansar mais e só vai piorar o nosso estado e o deles! Se for necessário, respiramos fundo, fechamos os olhos, vamos até à janela, mas primeiro mantemos a calma! Enquanto pais, precisamos  de treinar esta nossa capacidade. Por nós e pelos nossos filhos.

Artigo originalmente publicado em www.definitivamentesaodois.pt e adaptado para o mães.pt


Nem sempre as férias correm como queremos. Com malas feitas e tudo pensado ao pormenor, tendemos a esperar que os dias corram dentro da normalidade e que possamos descansar alguns dias após um árduo ano de trabalho (ainda que, com filhos, seja difícil!).

No entanto, quer escolhamos praia, campo ou cidade, existem sempre uns dias muito feios, onde o céu está cinzento e o S.Pedro ameaça dar o seu ar de sua graça. O que fazer com eles? Para esquecermos a televisão e darmos umas horas de descanso ao ipad (mas sem enlouquecermos), aqui ficam algumas sugestões para entreter a criançada. Como atividades que não exigem grande preparação, sugerimos:

- Sopa de letras/palavras cruzadas (podem imprimir antes de irem de férias, há centenas na internet)
- Montar uma mesa de chá e brincar com o bule e as chávenas (ideal para crianças mais pequenas)
- Dispor de várias embalagens de cereais, peças de fruta e brincar aos supermercados
- Jogar ao famoso STOP (quem se lembra?)
- Pintar conchas apanhadas na praia e decorá-las com purpurinas (em qualquer loja do chinês encontram)
- Cozinhar um bolo ou fazer um gelado de fruta

Façam destas férias, umas férias memoráveis, tanto para vós como para os vossos filhos!
Boas férias!

Um beijinho,
Fátima e Mafalda


Viajar com crianças é uma experiência incrível para toda a família, no entanto, caso não tenhamos cuidados e técnicas de organização, também poderá revelar-se um verdadeiro caos, digno de ganharmos tremeliques nos olhos. 

Os meus filhos nasceram numa família de viajantes que anseiam conhecer os 4 cantos do mundo e deixar de viajar porque fomos pais estava fora de questão. Agora as nossas aventuras são a 4 e na verdade são eles quem mais aproveita. 

Em cinco anos de maternidade voamos para Marrocos, viagem tranquila e muito rápida (1h30 de voo), atravessámos o Atlântico até Punta Cana (8h de voo), México (12h de voo) e Maldivas (voo com escala em Istambul, num total de 18h em trânsito). Gostaria de partilhar a minha experiência para que percebam que viajar com miúdos não é o fantasma das cuecas rotas. 

Temos de nos mentalizar que tudo depende de nós. Depende do nosso estado de espírito, da nossa organização e predisposição para descomplicar. 

1 – Mentalização (não vou stressar, vou descomplicar) 

As crianças estão habituadas a determinadas rotinas e sabem com o que podem contar, porém, no período de férias tudo é diferente, mudam os horários, a alimentação e as regras do jogo e eles podem reagir positivamente e ser tudo muito tranquilo, ou então não. As falhas da rotina podem gerar sentimentos contraditórios, birras, mau humor, ansiedade por não saberem o que se segue, por ser tudo novidade. Nós, pais temos de aprender a lidar com isto, facilitar a vida e descomplicar. Basicamente há que fechar os olhos a muita coisa e seguir em frente. 

2 – A bagagem 

Preparar as malas com antecedência é uma tarefa que considero indispensável. Eu começo a separar roupas, produtos de higiene, brinquedos, proteção solar e calçado cerca de 2/3 semanas antes de viajar. Assim não há como esquecer coisas importantes e conseguimos evitar levar a casa às costas porque tudo é pensado e ponderado calmamente. Normalmente faço listagens e vou picando conforme for colocando nas malas. 

3 – Voos 

Os voos são a grande preocupação dos pais, mas posso garantir-vos que vai correr bem, caso estejamos completamente dedicados a entreter os miúdos. Não esperem ver filmes, jogar ou ler livros com crianças ao lado. Eles vão precisar da nossa atenção mais do que nunca. Levem os brinquedos preferidos, livros e lápis, plasticina, jogos, tablets com os desenhos animados que gostam e alguns snacks para irem petiscando. Bolachas, queijinhos, frutas etc. Quem viaja com crianças pode levar comida e líquidos. 

4 – Farmácia 

Dependendo do destino e das condições sanitárias locais é fundamental estarmos prevenidos com a medicação básica, caso seja necessário. Cada pediatra poderá recomendar a sua lista de essenciais e recomendo que seja feita uma consulta prévia caso viajemos para destinos exóticos. Na minha bagagem não falta Brufen, Benuron, UL-250, Fenistil para as picadas, soro de hidratação oral e uma loção refrescante para as queimaduras solares. Para os adultos levo sempre Imodium, algum anti-estamínico e analgésico. Felizmente quase nunca foi necessário recorrer a medicação. 

5 - Alimentação 

Em todo o mundo há carne, peixe, massa, arroz, legumes, fruta e ovos portanto ninguém vai passar fome. Se viajarmos para um resort há dezenas de opções diferentes todos os dias e podemos sempre pedir para simplificar a confecção por causa das crianças. Aqui é fundamental descomplicar ao máximo, ao nível de horários e do tipo de alimentação que as crianças poderão fazer. Uma semana passa a correr, não vale a pena nos preocuparmos demasiado com a comida. Quem tem bebés aconselho a levar, boiões de frutas, papa e leites individuais, para termos como recurso. Viajei com um bebé de 9 meses e na altura levei o fervedor eléctrico para ferver a água do biberão e levei um termo para ter sempre água quente em qualquer lado, fica a dica. 

6 – Carrinho de bebé 

Eu levo sempre os carrinhos, dão muito jeito para que não fujam no aeroporto e para os transportar durante as férias. Também são a melhor cama para adormecerem à noite e nós podermos usufruir dos espectáculos ou beber um copo na esplanada, enquanto eles ficam confortáveis a descansar perto de nós. Os carrinhos vão até à porta do avião e à chegada são disponibilizados imediatamente, ou seguem até aos tapetes de recolha de bagagem, mas os procedimentos dependem de companhia para companhia. 

7 – Brinquedos 

Não vale a pena levarmos muitos brinquedos, um balde, uma pá e umas forminhas é mais que suficiente. Levar também bóias e braçadeiras, tudo resto vai depender do que conseguirmos inventar. 

8 – Descansar é uma utopia 

Não esperem que viajar com crianças inclui jiboiar na espreguiçadeira, dormir sestas à sombra da bananeira, ler tranquilamente, ou estar com o corpo sem areia. É só para avisar que isso não vai acontecer! Eles precisam de atenção, pedem para ir à casa de banho 20 vezes dia, principalmente à hora das refeições, só querem estar dentro de água, e chamam mãe 30526 vezes dia. Mas isto todos nós sabemos não é verdade?! 

9 – Ir com tudo 

Eu quando viajo não deixo nada por fazer ou ver, só porque levo crianças. Eles já fizeram tours de autocarro, excursões de barco, passeios de camelo, dias de snorkeling e dias culturais. Ir com tudo, dentro do que é razoável e seguro para as crianças obviamente. Os miúdos têm muita facilidade de adaptação e normalmente são quem mais aproveita as experiências. 

10 – Registar os melhores momentos 

Fotografar e filmar os melhores momentos para perpetuar as memórias e recordar as experiências passadas em família. 

“Não ouças o que te dizem, vai ver”


Sim, tu aí, tu a minha barriga, ficas a saber que não gosto de ti! Pronto, já disse!


Há muito quem aceite a barriga, quem diga que carrega a marca de um amor maior, quem diga te chame genética ou metabolismo, ou o almoço de há bocado. 

Eu, pura e simplesmente não gosto de ti! Desiludiste-me! 


Nunca foste modelo de revista, eu sei… Sempre gostaste de te acumular mais um bocadinho aqui e outro ali. Nunca exibiste uns abdominais exemplares, ou uma total ausência dos doces que como. 


Mas eu não fui assim tão má para ti. Nunca abusei assim tanto da alimentação, besuntei-te sempre de cremes e coisas dessas. Tentei deixar-te sempre nutrida e saudável. 


Portaste-te lindamente quando carregaste o meu bebé! Agradeço o teu esforço. 

Esticaste até mais não e nunca cedeste. Mas lamento, não gosto de ti! Não gosto do que te tornaste! 


Desiludiste-me porque demoras a voltar ao que eras, se é que algum dia vais voltar. Não gosto de ti, porque vais-me obrigar a esconder-te no verão, e escondo-te porque, lamento dizer-te: És feia! 


Não gosto de ti, porque apesar de não me definires de forma alguma, fazes parte de mim, e eu não consigo mudar-te. 


Não sejas presunçosa, porque não és a marca de um amor maior. Sim, carregaste o meu filho, mas quem o ama é o coração, não tu! Tu foste uma mera ferramenta, e como estou danada contigo, vou-te chamar obsoleta!


Há quem aceite e diga que se sentem bem com o corpo que têm. Pois eu não. Não me sinto bem, não gosto de ti, e não te acho de forma alguma bonita. 


A vantagem no meio disto tudo, é que não mandas em mim.  


Vou-te odiar enquanto te mantiveres assim, e vou-te deixar bem escondida. 


Porque não és tu que vais definir quem sou. Não és tu que me dás alegrias, e não és tu que me vais fazer feliz. 


Sabes, no final de contas, és só uma barriga, e eu vou continuar a esconder-te e a ser feliz, longe da tua vista! 


Mas ficas a saber, que não gosto mesmo nada de ti!


As férias estão aí e é nesta altura que os pais estão mais disponíveis para brincar e participar em actividades com os filhos. O Mães.pt em parceria com a Clementoni tem para oferecer a uma seguidora do projecto a Química das Cores, um jogo científico para maiores de 8 anos, Um laboratório para aprender a usar extractos vegetais, para que pais e filhos possam brincar em segurança!

Para isso têm de:
1 – Seguir o MÃES.pt no Facebook e no Instagram
2 – Seguir a Página da Clementoni  no Facebook
3 – Comentar no Facebook o post do passatempo identificando 2 amigos
4 – Preencher o formulário abaixo


Regulamento:
- Necessário cumprir todos os critérios definidos
- Participações válidas até dia 20de Julho (6ªf) às 23h59m
- O Vencedor é seleccionado por Random.org e contactado via mensagem privada!
- São válidas múltiplas participações por seguidor (podem participar todos os dias, várias vezes ao dia, etc)


#clementoni #maespontopt