Catalogado como o bem mais precioso, ainda que autónomo mas em constante gestão, é sem dúvida importante olharmos para ele.

Tendemos muitas vez a dar-lhe exclusividade sem avaliar as repercussões.

Começa cedo, periodizamos o que nos faz sentido, sem sabermos muitas vezes se é o certo. Em pequenos parece eterno, permite-nos brincar, conhecer o Mundo, sem lhe sentirmos os ponteiros.

Com a adolescência iniciamos o processo de escolha, abdicamos muitas vezes do tempo dos pais em troca do passado com os amigos.

Não sendo consciente, é uma decisão , normalmente invertida na idade adulta, quando em consciência sabemos que gerir o tempo da forma certa é tão importante quanto usufruir da nossa felicidade.

A idade torna-nos selectivos, mas também desligados, a lista dos inúmeros amigos, reduz-se por vezes nem numa mão cheia.

Chegam os namorados, que rapidamente preenchem o tempo que anteriormente era distribuído por essa mão.

Concentramos num elemento só a responsabilidade de dividir aquilo que não volta atrás, que não cresce, e que infelizmente não tem uma validade definida.

Nesta opção não existe o certo ou o errado, existe apenas a noção que podemos estar a perder partilhas que também nos fazem falta.

Quando chegam os bebés complica aquilo que até então era simples, a gestão do tempo, que dependia apenas de nós.

Se é tido que eles precisam de nós, é sabido que nós precisamos do Mundo para estar bem para eles.

E é aqui que é fundamental o equilíbrio, sabermos que o tempo que não dispensamos aos outros, eles podem um dia bloqueá-lo para nós.



O rosa para elas e o azul para eles. Então e eu que sempre gostei de azul, tenho que vestir cor de rosa? Isso fará de mim menos menina? Os vestidos são para elas e as calças são para eles. Então e nos países onde os homens andam de vestidos são menos homens ou menos meninos por isso? 

Nas brincadeiras de criança, a menina tem um bebé para brincar, dar biberão e mudar a fralda, mas depois no mundo dos adultos queremos que os homens tirem licenças de parentalidade, apesar de terem crescido a brincar com carros e oficinas, apesar de nunca termos normalizado esta questão. 

Este artigo é um desabafo e também um apelo porque, se é verdade que a Humanidade já conquistou muitos direitos para as mulheres e para os homens, a verdade é que há ainda muito por fazer. Enquanto mãe, é para mim vital e estrutural na educação do meu filho (rapaz) esclarecer e solidificar esta igualdade. Acima de tudo, nas oportunidades. Para mim, a única diferença entre homens e mulheres consiste no facto de as mulheres terem a graciosa, maravilhosa e mágica capacidade de gerar uma vida. Esta é a gigantesca diferença e parece-me que apenas esta nos difere verdadeiramente. 

À parte disto, temos a capacidade de fazer as mesmas coisas, assim tenhamos igualdade de oportunidades para o fazer. 

Tento refutar diariamente os estereótipos que nos impingem e aqueles que nós próprias temos nas nossas acções, por vezes sem ter noção. 

Onde? Como? Quem? Quando? 

Olhem à vossa volta e reparem que estão em todo o lado: nas prateleiras dos supermercados, nos anúncios da tv, nas séries dos desenhos animados, nos brinquedos dos nossos filhos, etc, etc. É o fim do mundo? Mania da perseguição? NÃO. Não é o fim do mundo e não é perseguição, está lá é real e temos apenas que criar filtros aos nossos filhos para quebrarem os ciclos que vêm de trás e serem capazes de ser justos e saudáveis consigo e com os outros. 

Talvez seja um bom princípio começarmos por dentro, pelas nossas casas… qual a divisão de tarefas que fazemos em casa para eles e para elas? Que brinquedos compramos aos nossos filhos? O que dizemos se o nosso filho quiser ir para o ballet? O que dizemos se a nossa filha quiser ir para a luta livre? Como explicamos aos nossos filhos que as meninas um dia vão ganhar menos que os homens só porque são mulheres? Como explicamos que não há brincadeiras de meninos e brincadeiras de meninas? Nem cores de meninos e cores de meninas? E que os meninos também choram? 

Às vezes, esquecemo-nos que ainda há muito por fazer porque, felizmente, vivemos hoje num país cujo contraste já não é tão gritante, mas ainda existe. Já não estamos numa época em que a mulher tem que pedir autorização ao marido para sair do país e outras aberrações do género, que aconteciam antes dos 25 de abril. Mas, ainda não está tudo feito, ainda há direitos a adquirir para elas e para eles!! Como a licença de parentalidade, por exemplo. Porque não há-de o homem ter direito a ficar mais meses com os seus filhos em casa? 

Porque há de ser sempre a parentalidade do homem a ser posta em causa em detrimento da capacidade da mulher se há pais extraordinários? 

Enquanto mães, educadoras e exemplos para os nossos filhos, parece-me que não devemos ser alheias a estas questões que são importantes desde cedo… 

Portanto, vamos vestir os nossos filhos de todas as cores, boa?


O mês de junho é sinónimo de final de aulas e início de férias, fecha-se um ciclo! É também um momento de reflexão e de despedidas entre alunos e professores!

É na escola que os nossos filhos passam a maior parte do seu tempo, que brincam, riem, choram e aprendem. É lá que queremos que se sintam seguros e felizes!

Pelo que, mimar quem se dedica diariamente aos nossos filhos é uma forma de agradecer todo o carinho e profissionalismo que tiveram ao longo do ano. Escolher este miminho especial nem sempre é fácil.

Deixamos-vos algumas sugestões bem originais:

- Bolachas caseiras embrulhados num saquinho com um desenho do seu filho

- Um bloco de notas seja ele qual for, as educadoras e professoras, adoram escrever e tomas notas

- Um desenho feito pelo seu filho e colocado numa moldura

- Um vaso pintado pelo vosso filho, com planta ou flor

- Um marcador de livros com um desenho do seu filho

- Fraco com compota caseira feita com o seu filho e com rótulo personalizado


Serei só eu a achar que o meu filho de 5 anos não está preparado para ficar já fechado numa sala de aulas? 

Serei a única a estar com o coração nas mãos quando se fala que ele vai ingressar na primária? 

Serei apenas eu a achar que ele deveria ter mais tempo para correr e sujar-se, para brincar e saltar, para se empenhar apenas com trabalhos específicos e não em matérias desnecessárias? 

Nem sequer vou pegar aqui num tema um tanto ou quanto controverso que são as chamadas “crianças condicionadas”, que ficará para outro post, mas que à partida conseguem já antever a minha posição enquanto mãe e encarregada de educação. 

Ora, pois, como se diz nos dias de hoje, o meu filho é finalista. Daqueles “falsos” finalistas de pré-primária. E se no meu tempo não existia nada disto, o peso destas palavras faz-me ficar ainda mais em pânico. Estou certa que estes meus pensamentos são uma tempestade num copo de água, mais certa ainda que ele vai adaptar-se melhor do que penso e sem dúvidas absolutamente nenhumas que as coisas vão encaminhar-se por onde tem de ser. Mas eu continuo serena mas não calma com esta situação. 

Primeiro porque cá está mais um sinal que o tempo está a passar rápido demais. Depois porque com isso me apercebo que ele está a crescer a um ritmo desenfreado e sem que eu consiga controlar isso. E em terceiro porque sinto que ele ainda é o meu pintainho e que ainda o consigo trazer numa espécie de casca de ovo improvisada. 

Não estou à vontade com isto e não tenho qualquer problema em dizê-lo. Aqueles corações ao largo vão dizer que sou uma louca. Aqueles que por lá passaram e já nem se lembram vão dizer que vai correr tudo bem, e haverá ainda aqueles que me acham uma verdadeira mãe galinha sem nexo ou sentido. E a todos eu respondo “pensem o que quiserem, ajam como pretenderem, opinem da maneira que acham mais correta” eu tenho o direito de me sentir assim. 

Faz-me confusão ficarem entregues a si mesmos tão cedo. A partir de Setembro ele vai ter de se orientar numa escola nova, a colegas novos (ainda que muitos transitem com ele, e ainda bem para mim), a uma sala nova. Ele vai ter de estar atento e quieto quando eu sei que ele estará em pulgas para brincar, terá de comer a sopa que não vai estar passada e se não comer ficará com fome porque não terá lá ninguém que lhe desvie os legumes que ele não gosta de comer, vai cair e terá de ser ele a levantar-se sozinho e a por água na ferida, vai ter de chegar a casa e rever matéria para não perder o fio à meada quando o que ele faz agora são os seus espetáculos sem fim e com direito a música em alto som. 

Se vai ganhar “músculos” para a vida?? Isso vai, mas com 5 anos não sei que necessidade há disso. 

O pequeno príncipe T está a ganhar asas maiores. Lido bem com isso. Sinal de tanta coisa boa que só tenho a agradecer. A minha única fraqueza é não conseguir amparar-lhe as quedas e as deceções com que cada vez mais se vai deparar.


As Mães também têm de ser Enfermeiras e há conhecimentos básicos que todas devemos ter, hoje partilhamos convosco o que fazer em caso de queimaduras da pele (com água a ferver ou fogo).     Não esquecendo que, maior parte das queimaduras, o passo mais importante é arrefecer rapidamente a pele. A gravidade da queimadura vai depender sempre da zona atingida e da extensão de pele queimada e, em casa de dúvida, deverá sempre dirigir-se a um serviço de saúde. Salientamos ainda a necessidade de avaliar cuidadosamente a evolução da queimadura e recorrer a um serviço de saúde se houver alguma outra queixa ou sintoma. 

Salientamos que existem vários graus de queimaduras, distinguindo-se pela sua gravidade, as de 2º e 3º grau e os cuidados podem ser diferentes, especialmente nas de 3º grau que devem ser avaliadas o mais rápido possível por um médico/profissional de saúde, assim como queimaduras a nível da face e/ou mucosas.

O que fazer em caso de queimaduras de 1º grau e 2º grau:  
  1. Arrefecer a pele queimada com soro fisiológico, água ou até gelo  
  2. Se queimadura com água a ferver por cima de roupa, esta deve tirar-se rapidamente  
  3. Não aplique qualquer produto como óleo, azeite ou manteiga ou qualquer solução alcoólica  
  4. Aplique uma pomada hidratante ou cicatrizante para queimaduras (biafine, por exemplo), sendo que a maior parte destas queimaduras poderá ser tratada como uma ferida normal.  
  5. Coloque uma gaze humedecida nas primeiras 48h. Em caso de agravamento, com aparecimento de sinais inflamatórios (aumento da dor, pele muito vermelha e quente, deverá ser avaliada num serviço de saúde)  
  6. Não rebentar as flictenas (as conhecidas bolhas) ou qualquer tecido que tenha ficado agarrado à queimadura     
* Artigo revisto por Carla Leocádio, Enfermeira Especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica no Serviço de Urgência do Centro Hospitalar de Setúbal.


O Rodrigo é uma criança muito curiosa e, como todas as crianças quer saber tudo sobre este mundo que o rodeia. Com os seus quatro anos, pedia para ter um irmão, chegou mesmo a colocar “um mano” na lista de prendas para o Pai Natal. Nessa altura, explicamos-lhe que os duendes do Pai Natal não iam conseguir realizar esse desejo e construir um bebé de verdade, porque os bebés crescem dentro da barriga das mães e só os pais conseguem fazer isso. “Ai sim, e como é que os pais põem os bebés na barriga das mães?” 

“Ora toma lá, que já almoçaste!” Pensei eu, agora esclarece a dúvida ao miúdo sem que ele fique traumatizado! 

Nunca fui de infantilizar muito os assuntos do dia-a-dia, sempre expliquei as coisas como elas são, nomeio os objetos pelo nome e não por substantivos, carro é carro e não “popó”, tendo sempre em atenção a maturidade dos meus filhos. Apesar de saber que nesta idade seria muito mais fácil para mim, usar personagens do mundo da fantasia e inventar uma história fantástica, com cegonhas, alfaces, terra, fadas, para dar resposta a esta pergunta. Na verdade, ele vai crescer e um dia saber que tudo isto é mentira. Se educo os meus filhos com base na confiança, não poderei minimizar este sentimento em momento algum. 

Depois de coçar muito a cabeça, lá me saiu a explicação para esta pergunta que nos faz perder a fala por uns minutos. Baseei-me na história da nossa família. Expliquei que o pai e a mãe gostam muito um do outro, que uma forma de mostrar esse Amor, é namorar muito e que esse Amor cresce tanto, tanto que os pais decidem ter os bebés para aumentar ainda mais esse Amor. Os pais quando estão sozinhos com as mães colocam uma “sementinha” muito especial na barriga delas, (dependendo da idade pode-se aumentar a complexidade da explicação por outras palavras), essa “sementinha” do pai vai encontrar uma “sementinha” da mãe e juntinhas vão fazer o bebé crescer dentro da barriga da mãe. As barrigas são tão quentinhas e confortáveis que os bebés crescem lá dentro muito felizes. Ficam lá dentro 9 meses (fizemos um calendário em conjunto que fomos preenchendo ao longo da gravidez), é o tempo que precisam para crescer e virem cá para fora bem fortes conhecer os manos e a família. 

Claro que ao longo desta conversa, surgiram outras perguntas, tais como: “como é que o bebé dorme, come, faz xixi e cocó dentro da barriga?”, “como é que faço para saber se ele está a chorar se está dentro da tua barriga?”, “como é que ele sai da tua barriga?” (Esta última foi de rir, porque se vissem a cara dele assim que descobriu que era do “pipi” da mãe), todas elas foram respondidas com muita ternura, recordo-me tão bem deste dia. 

Agora com seis anos, já abordou novamente o assunto e já descobriu de onde vêm as sementes do pai e as da mãe e como é que elas fazem para se juntar, tal e qual como as coisas são. Este grande mistério é tão fácil de explicar, basta falarmos com amor de um assunto que nada mais é do que AMOR. 

Os livros infantis foram sem dúvida uma grande ajuda, existem livros giros e que explicam muito bem tudo isto, aconselho vivamente “A Viagem de Peludim” (aqui). Por isso mamãs munam-se de um ou outro livro, porque na hora da verdade, ter um livro destes em casa, é uma ajuda crucial.



Raquel Soeiro é uma mãe inspiradora. 

A sua atitude perante a vida dificilmente poderá ser mais inspiradora para outras mulheres. 
Grávida de 1 mês, Raquel descobriu em agosto de 2014 que tinha cancro da mama. "Jamais o cancro foi uma palavra negativa, como podia, se tinha comigo a melhor das palavras, uma filha". Raquel nunca pôs a hipótese de abortar, optou antes por combater a doença com todas as armas que tinha: durante a gravidez fez a cirurgia de extração do tumor e quimioterapia, no pós-parto os restantes tratamentos. Durante o processo, "nunca houve tempo para pensar no pior, o foco e a fé eram demasiado grandes para que o saldo não fosse sempre positivo".
A atitude de Raquel perante a vida só lhe pode trazer um futuro muito feliz. Afinal, "nunca sabes o quanto és forte, até que ser forte é a única opção que tens.” E, no caso de Raquel, sempre com um grande sorriso nos lábios. 

Raquel Soeiro, 1 filha de 3 anos, vive actualmente no Dubai, EAU e é Makeup Artist 

- Como descobriste que ias ser Mãe?
Numas férias em Portugal, um mês depois de começar a tentar. Senti-a borboletas no estômago, estávamos num shopping e às escondidas fiz um teste, se fosse negativo nem dizia ao Daniel, mas para surpresa deu positivo em menos de nada. 

- Parto natural ou cesariana? 
Parto Natural induzido às 38 semanas 

- Qual o momento mais especial da tua vida?
Há muitos momentos especiais na vida, muitos deles guardados como memórias, outros vivem presentes no dia-a-dia, a minha filha por exemplo, um momento feliz e maravilhoso foi vê-la nascer. 

- Qual o momento mais difícil que já viveste como Mãe?
Três meses depois da Isabel nascer apareceu-lhe um hemangioma no olho, um exame forçado, uma sedação forçada que deu errado, foi sem dúvida o momento mais difícil, ver a minha filha aflita e eu impotente sem puder fazer nada a não ser confortá-la. 
Poderia dizer que outro momento difícil teria sido quando fui diagnosticada com um cancro às 5 semanas e que me foi pedido para abortar, mas não foi, porque essa ideia nunca esteve em cima da mesa. Era um redondo não!

- Como queres que os teus filhos te recordem daqui a 40 anos?
Espero que recordem como a pessoa que mais os amou, assim como o pai, que recordem os valores que lhes ensinamos e transmitimos, que somos mais fortes do que pensamos, que nem sempre a vida segue em linha recta, que há momentos em que é preciso voltar atrás para depois seguir em frente. E que sobretudo recordem que estivemos sempre atrás deles para os apoiar. 

- Qual o teu Lema de vida? 
Nunca sabes o quanto és forte.

- O que ainda te falta fazer?
Falta tudo, não sei o que, mas sendo impossível prever o futuro acho que só nos resta aproveitar todos os momentos, fazer memórias e relembrar mais tarde. 

- Deixa uma mensagem para as outras Mães
Lembrar a razão pela qual quisemos ser mães, sermos fiéis a nós próprias, libertarmos do socialmente correcto, das ditaduras das tabelas e do percentil, ser mãe é 70% bom senso e 30% de regras. 

- E por fim uma mensagem para a tua filha:
Um dia escrevi num discurso de agradecimento no lançamento do livro “Filhos da Quimio”:
 “Ainda és pequenina para entender, mas um dia irei explicar-te o quanto foste, és e serás sempre especial e o quanto em determinado momento foste um farol no oceano, iluminaste o caminho durante 9 meses e sem ti não seria decididamente a mesma coisa. Teremos sempre um elo especial entre as duas, um amor que nem a própria morte separa, um amor maior que a vida!”

Fotos de António Pedro Ferreira - Expresso

O MÃES.pt tem para oferecer às suas leitoras 10 convites duplos (5 para Lisboa no NOS Colombo + 5  para o Porto no NOS Norteshopping) para a Antestreia do Filme da Disney Pixar, THE INCREDIBLES 2 – OS SUPER-HERÓIS  no dia 23 de Junho às 11h

Em THE INCREDIBLES 2 – OS SUPER-HERÓIS, Helen é chamada para liderar uma campanha que irá trazer os Super-Heróis de volta, enquanto Bob se encontra em casa a tratar das tarefas normais do dia a dia, com Violet, Dash e o bebé Jack – cujos super poderes estão prestes a ser descobertos. A missão deles descarrila e entretanto aparece um novo vilão com um brilhante e perigoso plano que ameaça tudo. Mas os Parrs não fogem a um desafio, especialmente quando contam com Frozone do lado deles. É o que faz esta família ser tão Incrível.

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Regulamento: 
 - Necessário cumprir todos os critérios definidos
 - Participações válidas até dia 20 de Junho (4ªf) às 23h59m
 - O Vencedor é seleccionado por Random.org e contactado via email no dia 21 de Junho
 - São válidas múltiplas participações

 Boa Sorte!